O que faço com gosto: questionar.
Melancolicamente com ares fatídicosSobre o "só sei que nada sei".
Nada mais estranho e denso,
É esse tal de conhecimento,
Que serve à mente como cimento
Por dar base aos argumentos,
Por vezes, etnocêntricos,
Faz-nos pensar em Teeteto,
Diante dos condicionamentos
Transformados em crenças,
Verdadeiras ou falsas,
Que viram descrenças
Diante da oferenda do tempo..
Fazem-nos crianças.
Ai, que pena!
Dai-me penas para escrever!
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